Tuesday, April 24, 2007

As crianças são o melhor que existe no mundo!

Alguém um dia disse que as crianças são “uma tábua rasa”, ou seja, após o nascimento adquirem a sua personalidade consoante as suas vivências e experiências de vida. Sendo eu uma profissional do ramo da educação compete-me proporcionar às crianças um ambiente de segurança e confiança, promover o desenvolvimento pessoal e social para que cresçam e sejam capazes de tomar as suas próprias decisões e definir o seu percurso de vida aceite socialmente.

Tudo isto está muito bem e muito bonito se todos os agentes educativos trabalharem no mesmo sentido. Todos temos a responsabilidade e o dever de orientar as crianças da melhor forma, porque

TODAS AS CRIANÇAS TÊM DIREITO:

- à brincadeira;

- à atenção individual;

- a um ambiente aconchegante, seguro e estimulante;

ao contacto com a natureza;

a higiene e saúde;

a uma alimentação saudável;

a desenvolver a sua curiosidade, imaginação e capacidade de expressão;

ao movimento em espaços amplos;

à protecção, ao afecto e à amizade;

a expressar os seus sentimentos;

a uma especial atenção durante o período de adaptação à creche;

a desenvolver a sua identidade cultural, racial e religiosa.

 

Por isso, sendo eu um agente educativo das crianças com quem trabalho, tenho o dever e a responsabilidade de cuidar dessas crianças substituindo os seus encarregados de educação durante a sua ausência.

Todos os profissionais desta área têm também uma responsabilidade acrescida que é garantir o saudável crescimento da criança no seio familiar e escolar e sinalizar potenciais comportamentos de risco às entidades competentes.

As crianças aprendem tudo o que veêm fazer e tentam copiar. Se nós criarmos padrões de comportamento positivos, tais como cumprimentar, agradecer, partilhar, pedir licença, as crianças absorvem tudo como se fossem uma “esponja”. Utilizando esses comportamentos no dia a dia tornar-se-ão adultos educados e agradáveis socialmente.

Tanto discurso para dizer que devemos fazer um esforço para participarmos activamente e com responsabilidade no saudável desenvolvimento de uma criança.

 

Posted by Alexandra in 19:46:28 | Permalink | Comments Off

Monday, March 12, 2007

Para o bem do futuro das nossas crianças

Criancinhas

A criancinha quer Playstation. A gente dá.
A criancinha quer estrangular o gato. A gente deixa.
A criancinha berra porque não quer comer a sopa. A gente elimina-a da ementa e acaba tudo em festim de chocolate.
A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos. Pizzas, umas tantas. Coca-Colas, às litradas. A gente olha para o lado e ela incha.

A criancinha quer camisola adidas e ténis nike. A gente dá porque a criancinha tem tanto direito como os colegas da escola e é perigoso ser diferente.
A criancinha quer ficar a ver televisão até tarde. A gente senta-a ao nosso lado no sofá e passa-lhe o comando.
A criancinha desata num berreiro no restaurante. A gente faz de conta e o berreiro continua.

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u003cbr>Entretanto, a criancinha cresce. Faz-se projecto de homem ou mulher. u003cbr>u003cbr>Desperta.u003cbr>u003cbr>É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir mesada, semanada, diária. E gasta metade do orçamento familiar em saídas, roupa da moda, jantares e bares. nu003cbr>u003cbr>A criancinha já estuda. Às vezes passa de ano, outras nem por isso. Mas não se pode pressioná-la porque ela já tem uma vida stressante, de convívio em convívio e de noitada em noitada.u003cbr>u003cbr>A criancinha cresce a ver Morangos com Açúcar, cheia de pinta e tal, e torna-se mais exigente com os papás. Agora, já não lhe basta que eles estejam por perto. Convém que se comecem a chegar à frente na mota, no popó e numas férias à maneira. nu003cbr>u003cbr>A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências, inicia o processo de independência meramente informal. A rebeldia é de trazer por casa. Responde torto aos papás, põe a avó em sentido, suja e não lava, come e não limpa, desarruma e não arruma, as tarefas domésticas são «uma seca». nu003cbr>u003cbr>Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco minutos pôr nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua sorte, mimo e umbiguismo. A criancinha, já crescidinha, fica traumatizada. Sente-se vítima de violência verbal e etc e tal. Em casa, faz queixinhas, lamenta-se, chora. Os papás, arrepiados com a violência sobre as criancinhas de que a televisão fala e na dúvida entre a conta de um eventual psiquiatra e o derreter do ordenado em folias de hipermercado, correm para a escola e espetam duas bofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar em paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu». nu003cbr>u003cbr>A criancinha cresce. Cresce e cresce. Aos 30 anos, ainda será criancinha, continuará a viver na casa dos papás, a levar a gorda fatia do salário deles. Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao menos não anda para aí a fazer porcarias». nu003cspan>u003c/span>u003cbr>u003cbr>Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais, das escolas em zonas problemáticas, das famílias no fio da navalha? Pois não, bem sei. Estou apenas a antecipar-me. Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo. E então teremos muitos congressos e debates para nos entretermos. n",1]
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//]]>

Entretanto, a criancinha cresce. Faz-se projecto de homem ou mulher.
Desperta.
É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir mesada, semanada, diária. E gasta metade do orçamento familiar em saídas, roupa da moda, jantares e bares.
A criancinha já estuda. Às vezes passa de ano, outras nem por isso. Mas não se pode pressioná-la porque ela já tem uma vida stressante, de convívio em convívio e de noitada em noitada.
A criancinha cresce a ver Morangos com Açúcar, cheia de pinta e tal, e torna-se mais exigente com os papás. Agora, já não lhe basta que eles estejam por perto. Convém que se comecem a chegar à frente na mota, no popó e numas férias à maneira.
A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências, inicia o processo de independência meramente informal. A rebeldia é de trazer por casa. Responde torto aos papás, põe a avó em sentido, suja e não lava, come e não limpa, desarruma e não arruma, as tarefas domésticas são «uma seca».

Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco minutos pôr nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua sorte, mimo e umbiguismo. A criancinha, já crescidinha, fica traumatizada. Sente-se vítima de violência verbal e etc e tal. Em casa, faz queixinhas, lamenta-se, chora. Os papás, arrepiados com a violência sobre as criancinhas de que a televisão fala e na dúvida entre a conta de um eventual psiquiatra e o derreter do ordenado em folias de hipermercado, correm para a escola e espetam duas bofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar em paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu».
A criancinha cresce. Cresce e cresce. Aos 30 anos, ainda será criancinha, continuará a viver na casa dos papás, a levar a gorda fatia do salário deles. Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao menos não anda para aí a fazer porcarias».
Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais, das escolas em zonas problemáticas, das famílias no fio da navalha? Pois não, bem sei. Estou apenas a antecipar-me. Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo. E então teremos muitos congressos e debates para nos entretermos.

(escrito por Miguel Carvalho – Visão Online)

Infelizmente é mesmo este o cenário real da nossa sociedade! Enfim…

Posted by Alexandra in 21:13:14 | Permalink | Comments Off

Friday, February 23, 2007

“É necessário abrir os olhos e perceber que as
 
Coisas boas estão dentro de nós,
 
Onde os sentimentos não precisam de
 
Motivos nem os desejos de razão.
 
O importante é aproveitar o momento e
 
Aprender a sua duração, pois a vida está
 
Nos olhos de quem saber ver “

                                     Gabriel Garcia Marquez

Posted by Alexandra in 22:10:32 | Permalink | Comments Off

Saturday, December 30, 2006

Muito bem Sr. Aristóteles

Aristóteles, filósofo grego, escreveu este texto “Revolução da Alma” no ano 360 a.C., e é eterno.

… Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregues a tua alegria, a tua Paz, a tua Vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém. Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.

A razão da nossa vida somos nós mesmos. A nossa Paz interior é o nosso objectivo de vida. Quando sentires um vazio na alma, quando acreditares que está a faltar alguma coisa, remete o teu pensamento para os teus desejos mais íntimos e procura a divindade que existe em ti. Não coloques a tua felicidade cada vez mais distante de ti.

Não coloques o objectivo longe de mais das tuas mãos, abraça os que estão ao teu alcance HOJE.

Para de pensar mal de ti mesmo e sê o teu melhor amigo SEMPRE.

Sorrir significa aceitar, aprovar, felicitar. Dá um sorriso para aceitar o mundo que te quer oferecer o melhor.

Com um sorriso no rosto as pessoas terão a melhor impressão de ti e ao mesmo tempo afirmas que estás pronto para ser feliz.

Trabalha muito a teu favor. Não esperes a felicidade sem esforço. Não exijas das pessoas aquilo que nem conquistaste ainda.

Critica menos e trabalha mais. E, não te esqueças nunca de agradecer.

Agradece tudo o que está na tua vida neste momento, inclusivé a dor. A nossa compreensão do universo é ainda muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida.

A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las!
 
Seria bom reflectirmos sobre isto!
Posted by Alexandra in 13:59:47 | Permalink | Comments (2)

Sunday, December 24, 2006

Feliz Natal

Desejo a todos um Feliz Natal recheado de prendinhas, Saúde, Paz, Amor e Sorte!

 

Posted by Alexandra in 01:33:42 | Permalink | Comments (1) »

Monday, December 11, 2006

Não sei…

Quase já tinha perdido a esperança de conhecer novas pessoas devido às desilusões que apanho. Mas afinal ainda há gente sincera, verdadeira, amiga. Não é fácil encontrar. E é muito difícil descobrir se realmente há sinceridade ou ilusão. Também não se trata de prática, mas sim de intuição. Se tudo começar a fazer sentido, os sinais que nos vão deixando, então podemos verificar amizade ou falsidade. Será que estou a ser demasiado teórica? Não sei. O que sei é que tenho conhecido gente fantástica, com corações enormes e filosofias de vida diferentes do que estamos habituados. Pessoas que tem espírito aberto para a mudança e inovação.

É o acordar, tomar pequeno almoço, ir trabalhar. Fazer pausa de almoço. Ir trabalhar. Chegar a casa ver o telejornal enquanto se janta. Ver todas as telenovelas que dão a seguir. Ir dormir.

ISTO É ROTINA!

Eu não gosto da rotina e tento sempre fazer com que todos os meus dias sejam diferentes tanto para mim como para os outros. Mas será que se consegue esta proeza até ao fim da nossa curta vida? Talvez… O futuro assim o dirá.

Serei assim tão diferente de toda a gente por pensar assim? Ou toda a gente pensa assim, mas poucos concretizam?

Temos que experimentar, molhar o dedo na geleia, dizer um disparate, falar com alguém desconhecido, fazer uma brincadeira a um amigo, sei lá…

Penso que se estamos neste mundo é porque merecemos viver, ser felizes e temos o dever de fazer os outros felizes!

Posted by Alexandra in 21:49:45 | Permalink | Comments (3)

Saturday, November 18, 2006

Milagre da Natureza…

Já viram tamanha beleza da nossa natureza? É fascinante conseguir captar estas maravilhas! Adorei ver, poder captar e poder, principalmente partilhar convosco este lindo e imenso Arco-Iris. Mas o mais maravilhoso foi conseguir que pombas e gaivotas ficassem também na fotografia. De todas, estas fotografias são das mais belas que já tirei. Transmite Paz, Amor…

Espero que vos hipnotize tanto como me hipnotizaram a mim quando as captei.

Posted by Alexandra in 23:04:45 | Permalink | Comments (103)

Saturday, October 21, 2006

Carmona doente

 

 

 

Aqui está a minha Carmona doentita, mas está a ficar melhor. Dei-lhe vitaminas e protegi-a das correntes de ar.

Agora tenho que ficar a aguardar pela evolução da situação.

Posted by Alexandra in 13:17:08 | Permalink | Comments (2)

Thursday, September 7, 2006

FAÇAM O FAVOR DE MEDITAR NISTO…….!!!!

FAZ-DE -CONTA
Recentemente uma professora, proferia uma palestra e, com muita
lucidez, trazia pontos importantes para a reflexão dos ouvintes.
Veja o que ela disse:

Já vivi o bastante para presenciar três períodos distintos no
comportamento das pessoas.
O primeiro momento eu vivi na infância, quando aprendi com os meus pais que
era preciso ser …
- honesta,
- educada,
- digna,
- respeitosa,
- amiga,
- leal.


Algumas décadas mais tarde, fui testemunha da fase do ter …
Era preciso ter.
- boa aparência,
- dinheiro,
- status,
- coisas…

Na atualidade, estou a presenciar a fase do faz-de-conta …
Analisando sob esse ponto de vista, chegaremos à conclusão que a professora tem razão. Hoje, as pessoas fazem de conta que está tudo bem.
Pais fazem de conta que educam,
professores fazem de conta que ensinam,
alunos fazem de conta que aprendem.
Profissionais fazem de conta que são competentes,
governantes fazem de conta que se preocupam com o povo
e o povo faz de conta que acredita.
Pessoas fazem de conta que são honestas,
Doentes fazem de conta que têm saúde,
criminosos fazem de conta que são dignos
e a justiça faz de conta que é imparcial.
Traficantes se passam por cidadãos de bem
e consumidores de drogas fazem de conta que não contribuem com esse mercado
do crime.
Pais fazem de conta que não sabem que os seus filhos usam drogas,
que se prostituem,
que
se estão a matar aos poucos,
e os filhos fazem de conta que não sabem que os pais sabem.
Corruptos  fazem
-se passar por idealistas
e terroristas fazem de conta que são justiceiros.
E a maioria da população faz de conta que está tudo bem.

Mas, uma coisa é certa:
não podemos fazer de conta quando nos olhamos ao espelho da própria
consciência.
Podemos até arranjar desculpas para explicar o nosso faz-de-conta, mas não
justificamos.
Importante salientar, todavia, que essa representação no dia-a-dia, esse
faz-de-conta, causa prejuízos para aqueles que lançam mão desse tipo de
comportamento.
A pessoa que age assim acaba por se confundir consigo mesma e cai num
vazio, pois nem ela mesma sabe quem é de facto, e acaba por se trair nalgum
momento.
E isso é extremamente cansativo e desgastante.
É necessário atitude!


Raras pessoas são realmente autênticas.
Por isso elas se destacam nos ambientes em que se movimentam.
São aquelas que não representam, apenas são o que são, sem fazer de conta.
São profissionais éticos e competentes, pessoas de atitudes, amigos leais,
pais zelosos na educação dos filhos, políticos honestos, cristãos fiéis aos
ensinos que ministram.
São, enfim, pessoas especiais, descomplicadas, de atitudes simples, mas
coerentes e, acima de tudo, fiéis consigo mesmas.


A pessoa que vive de aparências ou finge ser quem não é corre sérios
riscos de entrar em depressão.
Isso é perfeitamente compreensível, graças à batalha que trava consigo
mesma e o desgaste para manter uma realidade falsa.

Se é fácil enganar os outros, é impossível enganar a própria consciência.
Por todas essas razões, vale a pena ser quem se é, ainda que isso não
agrade os outros.
Afinal, não é aos outros que prestaremos contas das nossas ações, e sim à
nossa consciência e a Deus.

Posted by Alexandra in 21:33:49 | Permalink | Comments (5)

Tuesday, August 29, 2006

 

Aqui está a minha carmona com os frutos maduros. É pena cairem rapidamente.

Posted by Alexandra in 09:57:34 | Permalink | Comments (3)